terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Continuação das Teorias

Continuação deste post.

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Voltando mais uma vez aos textos antigos estes dizem-nos que os seres do planeta Nibiru vieram para a Terra para extraírem alguns dos seus recursos naturais, que estavam em falta no seu planeta e por cá andaram durante muitos milhares de anos. Até que devido ao trabalho pesado que a extracção de minério acarreta, viram-se na obrigação de arranjar alguém para fazer esse trabalho por eles (só como curiosidade refiro que o hieróglifo que os Egípcios usavam para representar o seu maior deus, Rá, era uma picareta de mineiro). A solução encontrada, por estes seres, foi o cruzamento dos seus próprios genes com os genes de um hominídeo (homo erectus) que já andava pelo planeta nessa altura, resultando daí o Homo Sapiens.

Várias histórias, de diferentes religiões, contam-nos este facto, por exemplo na Bíblia quando diz que Deus criou o homem a partir do barro para que os deuses tivessem descanso “porque não havia ninguém para trabalhar a terra nesse tempo”, a palavra usada no Génesis, em hebraico, é TIT que deriva da língua dos sumérios TI.IT que significa “aquele que tem vida”. A Bíblia afirma, também, que Deus criou o primeiro homem seguido de “macho e fêmea” e sugere que foi realizada uma operação física:


Então o Senhor fez o homem cair num sono profundo e, enquanto ele dormia, tirou umas das costelas do homem e tapou o lugar com carne. Então o senhor fez uma mulher da costela que tinha tirado ao homem…”

Mas foi realmente uma “costela”? Na língua suméria, a palavra TI significa tanto “costela” como “vida”. Assim pareceria que foi a essência vital de Adão que foi retirada, para criar a primeira mulher. Hoje reconheceríamos essa essência vital como o ADN da célula humana.

Um antigo texto, geralmente conhecido pelo nome do seu herói, Atra-Hasis, dedica uma centena de linhas à criação da humanidade, apresentando maior número de detalhes do que o Génesis.

Contudo, em vez de um só deus, encontramos vários deuses, desempenhando papéis diferentes. Segundo o Atra-Hasis, um deus, chamado Enki, dá as instruções, auxiliado por uma deusa, cujo nome Ninti, significa “Senhora da costela” ou “Senhora da Vida”, em Sumério:

Ninti arrancou catorze pedaços de barro;

Sete, depositou à direita,

Sete, depositou-os à esquerda.

Entre eles colocou o molde.

…O cabelo ela…

…a faca do cordão umbilical.

As sábias e conhecedoras,

Duas vezes sete deusas do nascimento tinham-se reunido;

Sete criaram machos

Sete criaram fêmeas.

A deusa do Nascimento criou

O Vento do Sopro da Vida.

Aos pares, eles foram completados,

Aos pares eles foram completados na sua presença.

As criaturas eram pessoas…

Criaturas da Deusa – mãe.

Apenas no século XX podemos reconhecer a possibilidade de que a criação dos homens e mulheres, descrita nos textos antigos, fosse realizada pelo processo científico da clonagem.

A nova criatura era referida nos textos sumérios pelo nome de LU, que significa, literalmente, “o misto”. Sugere, assim, que a humanidade foi criada como um misto híbrido de deus e de hominídeo primitivo. Uma revelação muito importante para percebermos o significado de algum do simbolismo religioso presente na bíblia é-nos sugerida por Alford:” Voltando aos Sumérios, também é importante referir que o nome que usavam para os seus deuses era DIN.GIR que significa, literalmente, “os justos dos foguetões”. Será que este nome foi simplesmente fruto de uma imaginação fértil?

…Na língua suméria, E.DIN, por conseguinte, significa literalmente “a casa dos justos”, Restam poucas dúvidas de que E.DIN e Éden são a mesma realidade. Éden era a “morada dos deuses”.

Estes “Deuses Justos” são referidos em todos os textos mesopotâmicos como os criadores do homem para serem uma raça escrava, para aliviar o “trabalho pesado” dos deuses. Estas afirmações são repetidas nas nossas enciclopédias, sob o título de mito religioso, mas é um facto que a palavra hebraica, que significa culto, avod, significa literalmente “trabalho”. Os textos sumérios designam estes novos seres por LU.LU., designação que tinha também a conotação de trabalhador ou servo.

Antes de Adão adquirir conhecimento sexual e ser expulso do Éden, a Bíblia refere-se ao homem como “o Adão”. No Génesis 1:26, por exemplo, a palavra hebraica que significa homem é “Adama”. Esta deriva das palavras hebraicas que significam sangue (adamu) e vermelho (adom), e que significa, assim, “o que tem sangue vermelho”. As referências bíblicas a “O Adão”, como uma categoria geral, têm claras conotações com o primitivo LU.LU.

Os intervencionistas afirmam, à luz de todos estes factores e descobertas, que não só foram estes seres do planeta Nibiru que nos criaram “à sua imagem e semelhança” para aliviarmos o seu trabalho na extracção de minério, como foram eles que nos ensinaram a trabalhar a terra, domesticar o gado, as primeiras ciências da matemática, arquitectura, escrita, etc. durante muitos milénios andaram no meio de nós, vindo daí o enorme panteão de deuses das primeiras civilizações pós dilúvio.

Alan Alford data este cataclismo para o planeta, o dilúvio, há 13.000 anos atrás e expõe a teoria que este acontecimento foi provocado por uma das passagens do planeta Nibiru perto do planeta Terra, apoiando-se no facto de que os efeitos gravitacionais combinados do Sol e da Lua são suficientes para atrair os oceanos lateralmente, criando as marés vivas, embora estas marés vivas “apenas” atinjam 9.1 metros de altura, portanto um dilúvio era bem possível de ser provocado pelas forças gravitacionais de um planeta, como é referido em inúmeros textos sumérios. Noutra passagem de Nibiru perto da Terra levou “ao dia em que o sol parou” que referi anteriormente. Para os sumérios este planeta era também conhecido como o “planeta do cruzamento” porque estava destinado a regressar eternamente ao lugar da batalha celeste, onde ele tinha “cruzado” a trajectória de Tiamat e formado o planeta Terra. Era representado em escrita pictográfica pelo sinal da cruz. O significado da cruz, sagrada para o Budismo, assim como para a Cristandade deve deste modo a sua origem ao acontecimento celeste que criou a Terra e os Céus.

Esta crença da passagem destes seres (deuses) pela Terra ficou bem marcada em todas as civilizações seguintes até que com o aparecimento do Judaísmo, do Cristianismo e, mais tarde, do Islamismo, os Deuses plurais que tinham emoções como os humanos, que podiam passear pela Terra, casar e ter filhos passaram a Deus singular e passou a pertencer unicamente ao céu, podendo no entanto enviar o seu filho ou um Messias, um mensageiro da Sua palavra.

Outro argumento usado pelos intervencionistas para provar que esta teoria é verdadeira, e já que falei no cruzamento de genes dos “deuses” com os do homo erectus é importante referir que nas pinturas rupestres encontradas em algumas cavernas, os motivos não eram só de animais existem também umas formas ovais e/ou cilíndricas que os intervencionistas classificam de aeronaves, será que essas formas não significavam nada e eram simples rabiscos do artista ou será que estavam a transmitir algo mais? Será que esses humanóides não sabiam desenhar? Mas se conseguiam desenhar os animais que caçavam com grande detalhe o que os impedia de desenhar aquilo que viam para além da caça? O que essas pinturas sugerem é que a presença dos “deuses” de Nibiru já era constante no dia a dia dos primeiros homens das cavernas, os tais que iriam sofrer a transformação para homo sapiens.

Há vários relatos na Bíblia que, se fizermos uma análise mais aprofundada e livre de preconceitos, podemos identificar a descrição de uma nave espacial. Por exemplo os vários milagres/visões de Ezequias, que são semelhantes às descritas pelas tribos índias da América do Norte, já foram analisadas por um céptico cientista da NASA, o engenheiro chefe Josef Blumrich, que chegou à conclusão que aquilo que Ezequias descreve é uma aeronave, conseguindo identificar pás de rotor, fuselagens brilhantes, trem de aterragem e rodas retrácteis.

São tantos os exemplos e provas de que uma raça superior, com grande inteligência e elevado conhecimento técnico e científico, existe ou existiu que não se compreende porque é que não é mais falado, discutido e até ensinado. Não podemos esquecer que as grandes teorias, antes de serem aceites por todos, ou pela maioria, são ridicularizadas e os poderes instituídos fazem de tudo para desacreditá-las. Talvez porque não interessa muito mexer nestas questões que põem em causa toda uma sociedade, desde religiões a cientistas e catedráticos que ganham a vida com aquilo que se ensina e que se pensa ser a verdade."


Termino aqui com a exposição do trabalho que fiz sobre a origem da religião. Resta só acrescentar as fontes onde me inspirei para o escrever.

Estes livros podem encontrar disponivel para download clicando aqui (excepto o Chariots of the Gods)ou então na barra lateral em E-Books e Downloads, infelizmente o livro de Alan Alford já foi retirado do site, os outros do Z.Sitchin por enquanto ainda dá para sacar.

1 comentário:

Azul Banana disse...

Olá

Eu não acredito em "acasos"...
E desde ontem, que de repente me "caíram na sopa", uma quantidade séria de informações, sobre Sumérios, Planeta X, "Bushianos" e tal e tal e tal...
Ainda estou meia zonza...
Como naqueles desenhos para putos, com pontinhos e números...
Vais ligando os pontos e no fim tens um boneco...
Tenho uns quantos pontos... mas nem vislumbro o "boneco"...
Pior, como Áries-Áquário-Búfalo, entendo o conhecimento como um meio para a acção.
E o que é que "a malta" pode fazer de útil?
Vão-se fazendo uns blogs (pelo menos enquanto se puder...), opinando aqui e ali e mais?
Bem... vou continuando de mão incerta a fazer tracinhos entre os pontos...

Mas é bom saber que há mais "malucos à solta"...
Vamos comunicando, se quiseres.

E força no Blog!

Filipa

P.S. Ou eu fiz um zig em vez dum zag... e enviei 2 vezes, ou isto não ficou registado da 1ª, ou não sei...
E tens mail?
Deixo o meu: filipazul@gmail.com
Para