terça-feira, 19 de junho de 2007

A Máfia do Vaticano

No site Realidade Oculta encontrei um artigo, publicado pela revista Sábado, no passado mês de Abril, quando o Papa visitou o Brasil, que fala acerca das ligações obscuras que o Vaticano tem com a Máfia e com o mundo do crime por este mundo fora, ao longo dos vários séculos de existência. Podem ler esse artigo clicando aqui.
Retirei uma das partes que considero mais relevantes, embora todo o artigo seja importante para que se perceba parte da merda que é a igreja católica, em particular, e a religião no geral porque acredito que isto não é só apanágio dos cristãos , muitas outras igrejas não passam de máquinas de lavar dinheiro do submundo do crime.

" (...) 18 de Junho de 1982 , pelas 07.30, um carteiro encontrou o cadáver de Roberto Calvi,"banqueiro de Deus" dirigente do Banco Ambrosiano, cujo principal accionista era o Vaticano.
R.Calvi tinha 62 anos e jazia morto , os bolsos do seu fato tnham mais de 5kg de pedras , toda a vida usara bigode, mas agora estava sem ele, rapara o bigode para tentar passar despercebido em Itália, com passaporte falso.
Ele era antigo membro da loja maçónica P2 (Propaganda Dois), os membros da seita denominavam-se Black Friars (Frades Negros).
O relatório oficial apontou para suícidio, porém o cadáver foi exumado 16 anos depois e concluiu-se que foi assassinato.
O crime foi atribuido à Máfia, alegadamente insatisfeita com fundos que lhe haviam sido desviados.
As investigações concluiram que numa série de operações ílicitas que o levaram à bancarrota, o Banco Ambrosiano lavava dinheiro do Máfia Italiana proveniente do tráfico de droga e armas.
O Vaticano acabou por assumir a "responsabilidade moral" pelo colapso do Banco e pagar uma parte da divida aos credores.
O presidente do Banco do Vaticano era o arcebispo Paul Marcinkus,que pertencia à loja maçónica P2, considerada uma organização criminosa com ligação à Máfia pelas autoridades italianas. João Paulo II nunca aceitou tirar-lhe a imunidade para que o arcebispo fosse julgado, o Papa chegou mesmo a colocá-lo na lista de promoções a cardeal.
Um terceiro homem envolvido no caso foi Michele Sindona, membro da Máfia Siciliana, condenado a prisão perpétua pelo assassinato de um magistrado que investigava os seus negócios. Morreu na cadeia depois de ter bebido café envenenado com cianeto. Ele também era membro da P2.
Na casa de Licio Gelli (ex Mestre da P2) foi encontrada uma lista com mais de 900 nomes de pessoas pertencentes à maçonaria italiana, onde constavam nomes de ministros, deputados, generais, chefes dos serviços secretos italianos, directores de jornais, banqueiros, magistrados, prelados ligados ao Vaticano e muitos outros.
Paulo VI afirmou um dia "Por alguma brecha o fumo do demónio penetrou no templo de Deus".(...)


Não sei se alguem já reparou no sinal do diabo que o Bush e tantos outros politicos fazem com a mão, como quem não quer a coisa, acenam ao público com o indicador e o mindinho esticados enquanto os dedos do meio(o anelar e o dedo do meio) ficam dobrados. Isto é daquelas coisas que passam despercebidas aos mais incautos, mas a mim não me enganam, o eixo do mal, como o Bush diz, não é outra coisa senão ele próprio e os seus amiguinhos.

2 comentários:

Corduroy disse...

Nunca fui muito á bola com estes gajos do Vaticano. Mais uma razão para não gostar deles...

Capitão Merda disse...

Porra! Até cheira a enxôfre!