segunda-feira, 18 de junho de 2007

Chibaria Ao Seu Melhor Nível

Depois da bufaria que foi o caso do professor agora suspenso das suas funções e do processo que moveram ao autor do blog Portugal Profundo por denunciar a escandaleira que foi a licenciatura do Sócatres. Agora temos mais um caso de chibaria ao mais alto nível.

Uma funcionária "escreveu um e-mail ao Governo, denunciando o que considera ser uma dívida fiscal de uma empresa (fábricas Mendes Godinho). As perguntas que enviou ao cuidado do Ministério das Finanças acabaram na mão da administradora da firma para a qual trabalhava".

Vejam a noticia aqui .

É impressionante onde chega o compadrio, os favores, a corrupção desta classe politica e do patronato.

9 comentários:

Corduroy disse...

Estou incrédulo!!! Coitada da mulher. Mais valia ter estado quieta..

Capitão Merda disse...

Presumo que a tal mulher tenha concluído a denúncia com o sagrado "a bem da Nação"...

Capitão Merda disse...

Se assim não fosse, o documento não teria seguido tais trâmites!

Capitão Merda disse...

Só agora noto a existência de um "link" para a minha naviarra...
Vou retribuir.
E desculpa lá encher-te a caixa dos comentários!

Bia disse...

Este país é um antro... será possível?!?!
no coments...

Fly disse...

Tive a ler melhor os comentários do Porugal Diário e encontrei este esclarecimento da própria Alice Marques, a funcionário do caso em questão:

Tenho 34 anos de serviços prestados em 2 entidades patronais. Não tenho, nem tive uma única repreensão. Antes pelo contrário.
Não tive uma única falta ao serviço (somente por luto). Na doença, felizmente apenas uma licença de parto.
Apenas tenho personalidade, e frontalidade! Não faço parte dos cidadaos acéfalos,e depojados de coluna vertebral, alguns rastejantes junto de quem detem o poder!!
Não tenho sido prejudicada por isso, embora por vezes seja incómoda e até "incomodada"!
Está enganado a meu respeito, caro leitor (antecedente.)
A Televisão, de facto só passou a parte final da entrevista. Concordo que não se entende bem a situação. Houve redução do tempo, e por isso não foi explícita.
Mas eu apenas fiz(do meu computador pessoal) duas perguntas ao Ministerio das Finanças(que não foram respondidas). Não prejudiquei, em nada a Empresa, nem a acusei de nada. A situação esta clara e definida: a Empresa não deve mais nada ao Fisco. Eu só perguntei, como e que o ano passado(2005 devia-consta nas contas),e em Dezº de 2006, deixou de dever, sem pagar!!!! Como? É esta a pergunta do e-mail. E foi esta pergunta que aborreceu a Administradora da Empresa.
O e-mail, não foi anonimo, foi assinado, e assumo todo o seu conteúdo.
O que não retira nada à falta grave, de ter sido divulgado pelo Portal do governo, em pararelo à Parpublica, quando o único destino, deveria ser a Direcção Geral dos Impostos.
De facto fui apenas penalizada por isto, e por isso vou para os Tribunais. Aliás tenho provas e testemunhas.
Mas não é isso que quero por em discussão. O que quero que todos atentem é na falta de confiança que estes contactos nos merecem, mesmo vindo de quem tem a obrigação e o dever de obrigar a respeitar os direitos liberdades e garantias dos cidadãos.
Mais uma vez espero ter contribuido para uma melhor apreciação que está aqui em causa e que não é, repito, outra senão o estarmos cada vez mais sob um controlo apertado dos meios do poder, que nos estão, pouco a pouco, a cercear os nossos direitos. Algund cidadõs estão distraídos!!Eu só pretendendo contribuir para o ruido que os acorde!!!!

Fly disse...

corduroy
a mim já nada me espanta neste País. Infelizmente.

capitão
agradeço a retribuição do link e quanto comentários podes fazer quantos te apetecer, aqui não há censura e muito menos chibos.

bia

um antro de podridão e não vejo melhoras.


Aproveito para deixar o meu apoio e a minha solidariedade à Alice Marques nesta batalha que se avizinha.

um abraço a todos

bjecas disse...

(Desculpa lá mano!)

F O D A - S E !!!!!!

Isto é um antro!...

\m/

LFM disse...

Não se trata apenas de compadrio. Claro que sim ,mas é também muita estupidez natural à mistura.