sexta-feira, 25 de maio de 2007

Faraós Consumidores de Cocaína e Tabaco?

Ontem comecei a ler um livro que se chama "As Profecias de Tutankhamon", de Maurice Cotterell, Edições Asa. Um livro muito interessante que me levou a pesquisar acerca de um assunto que vim a encontrar neste site, que fala acerca de como a Dra. Svetla Balabanova, uma cientista forense alemã, descobriu vestigios de Cocaína e Nícotina numa Múmia do Antigo Egipto.
A internet é uma coisa por demais, quando já me tinha mentalizado que ia escrever uma parte do livro aqui no blog, encontrei a totalidade (ou quase) daquilo que queria escrever, no Ordem Aplicada, e que passo a reproduzir:

(...) "Em março de 1992, pesquisadores alemães solicitaram o auxílio especializado da cientista forense Dra. Svetla Balabanova, do Instituto de Medicina Forense em Ulm, para investigar os conteúdos de múmias egípcias.A primeira espécie testada foi apelidada Het-Nut-Tawy, "Senhora das duas terras" - 21ª dinastia (cerca 1069 a.C.), cujo sarcófago era finamente decorado com figuras de Nut, rainha do céu. Como se depreende, era uma múmia feminina.A cientista ficou pasma, quando encontrou a presença de grandes quantidades de nicotina e cocaína nas amostras desta múmia e de outras tantas, guardadas no Museu Egípcio de Munique.

Como sempre acontece, foi combatida pelos "cientistas ortodoxos" (a palavra ortodoxo, quer dizer: mente estreita), pois não existiam estas plantas no Egito daquela era. O alucinógeno principal era o lírio azul, tão festejado nas pinturas egípcias, entre as mãos dos faraós e dos deuses. De mais a mais, raciocinavam os "ortodoxos", os seguidores de Colombo só haviam introduzido o uso do tabaco e da coca, nas Índias Ocidentais, depois de 1492. Estas plantas só existiam, até então, nas Américas.

A descoberta alvoroçou historiadores, biólogos, arqueólogos e antropólogos, quando foi publicada na revista científica Naturwissenschaften (7ª, 358,1992).Se a cientista Balabanova estava certa, todos haviam errado, e isto eles não admitiam de jeito nenhum!Então voltaram-se contra ela (isto é super comum acontecer nas altas castas científicas...) e o mínimo que fizeram foi rotular a cientista Balabanova de HEREGE!

Na Inglaterra, insultada, a curadora do Museu de Manchester, Rosalie David, mantenedora da colecção de múmias, declarou enfaticamente: "Ou os testes falharam ou as próprias múmias são falsas!"

A Dra. Svetla Balabanova é uma toxicologista forense experiente, com um "curriculum" impecável. Havia usado um método seguro de análise denominado "folículo capilar". Se a pessoa falecida consumiu alguma droga, os traços são levados até a proteína do poro do folículo capilar, lá permanecendo para sempre. Há um teste posterior, com álcool, para verificação de contaminação externa da mostra com as drogas. As amostras indicariam se as drogas vinham do folículo capilar INTERIOR ou do EXTERIOR. O das múmias de Balabanova vinham do INTERIOR indicando, portanto, que as pessoas cujas múmias estavam sendo examinadas foram USUÁRIOS DAQUELAS DROGAS.

A autenticidade das múmias, então, foi exigida pelos cientistas. A múmia apelidada de Het-Nut-Tawy foi comprada pelo rei Ludovico I em 1845. Quem a vendeu, um comerciante inglês chamado Dodwell.O curador do Museu de Munique, Dr. Alfred Grimm, autenticou as inscrições, os amuletos e os métodos complexos de embalsamamento. A múmia viera de uma tumba de Sacerdotes e Sacerdotisas (atentem para este detalhe!) seguidores do Deus Amon em Tebas. Os seguidores de RA-ATUM faziam uso do lírio azul egípcio.Rosalie David, inconformada, testou as suas próprias múmias e, visivelmente desapontada, deu a mão à palmatória: A Dra. Svetla Balabanova estava correcta!E foi então, glorificada. Isto sempre acontece, mas a "Torre de Marfim" dos cientistas não aprende, apesar de todos os vexames porque têm passado devido à sua arrogância e "complexo" de INFALIBILIDADE!" (...)


Pois é, parece que temos que reescrever muita da história que se ensina hoje nas escolas, e alterar muitos dos programas os nossos governos e que as nossas televisões nos transmitem deturpando a verdade e ensinando muita coisa que não corresponde à realidade.
A quem é que interessa o ensino de meias verdades , ou mentiras inteiras que repetidas até à exaustão passam a verdades absolutas? De certeza que não é ao povo .

5 comentários:

chupacabras disse...

quem diria que ja os egipcios as usavam

Teixeira disse...

Muito interessante este artigo. E de facto muita coisa está ainda por explicar na história do mundo.

Abraço
[[]]

bjecas disse...

Isto é serviço público!

Bom fim de semana mano

\m/

Anónimo disse...

sera? pq elas podem e nós não podemos, sera que os faraóis tinham facções? devem ter tecado a vera....

susane disse...

Gran blog, me encanta sus artículos e informes, buena suerte.

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